Está cada vez mais comum as pessoas fazerem sexo antes de saber o nome da outra. Pular do desejo para sua realização, sem se preocupar com mais nada
Por Maya Wolf
Muita coisa hoje na sociedade e nos meios de comunicação tem a ver com sexo. Com atrair outra pessoa – quase sempre por meio de atributos físicos e com o fim obrigatório de ir para a cama, o banheiro mais próximo ou o carro, mesmo (se houver e couber).
Está cada vez mais comum as pessoas fazerem sexo antes de saber o nome da outra. Pular do desejo para sua realização, sem se preocupar com mais nada.
A propaganda de cosméticos, calçados e vestuário traz montanhas de ideias sobre como se tornar mais atraente para um homem. Revistas contém toda espécie de dicas para melhorar as chances de estar com alguém, criar uma oportunidade de interação que leve à transa.
Se o que você quer é um pênis por uma noite, acho que o assunto termina aqui. Você já conseguiu o que quer: sentir-se desejada e passar umas horas com um sujeito que acabou de conhecer, sair fora na manhã seguinte, sem vínculo e sem remorsos.
Mas se você quer um namorado ou algo mais profundo, talvez esteja fazendo isso do jeito errado. Para muitas, apaixonar-se dá trabalho demais e sempre pode levar a uma alta dose de frustração. Mas tem o lado compensador, quando se acha alguém que realmente vale a pena.
Só que isso pressupõe mais que uma bunda gostosa e uma progressiva no cabelo. Relações duradouras não se baseiam só em tesão instantâneo, mas em interesse mantido, em conversas renovadas, valores compartilhados, encantamento permanente, decisão madura.
Então, a primeira pergunta pra uma mulher fazer a si mesma é: o que é que eu quero?
A segunda é: o que é que ele quer? Bom, isso já é assunto pra outro post.

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